Transgénero Transexual Intersexo

Vídeo: Campanha para o projecto de lei de identidade de género - Argentina

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 22 de Outubro de 2011

Já se encontra na Galeria de Fotografias o registo da última acção da campanha em Lisboa, na saída do metro da Baixa-Chiado, no dia 22 de Outubro de 2011! Com um pouco de teatralidade e distribuição de muitos panfletos! Também se distribuíram flyers em Coimbra, Vila Real e outros pontos do país!

Outubro Trans 2011 - Vídeo

Stop Trans Pathologization (Português) from Stop Trans Pathologization on Vimeo.

Outubro Trans 2010 - Vídeo

Outubro Trans 2010 (português) from Stop Trans Pathologization on Vimeo.

 

Acção em Lisboa: Sábado, 23 Outubro, saída metro Chiado, 18 horas

Vestidos de forma andrógena, com capuz ou algo que dificulte o reconhecimento da face, eventualmente disfarçando ou enfatizando o peito, tendo o símbolo/sinal da campanha na mão e segurando-o frente à cara, vamos distribuir panfletos da campanha pelos transeuntes da Rua Garret. Aparece!

Eis o manifesto e a acção deste ano do Stop Patologização Trans! Participem, divulguem, apareçam!
 
Vídeo em português aqui http://www.vimeo.com/15622498; banners em pt http://stp2012.webnode.com/banners/.
 

Manifesto 2010

A campanha internacional Stop Trans Pathologization-2012 é uma campanha pela despatologização das identidades trans (trans e transgéneros) e a sua retirada dos catálogos de doenças: o DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), da American Psychiatric Association, cuja versão revista surgirá em 2013; e o ICD (International Classification of Diseases), da Organização Mundial de Saúde, que sairá em 2014.

Assumida, até ao momento, por mais de 100 organizações e 4 redes internacionais em África, na Ásia, na Europa e na América do Norte e do Sul, a campanha coordena, a 23 de Outubro, uma mobilização internacional simultânea em mais de 30 cidades de 17 países europeus e no continente americano. A data será também assinalada com uma acção de rua em Lisboa.

No seguimento desta campanha a França tornou-se o primeiro país no mundo a retirar da sua lista de doenças mentais o transgenderismo; foi adiada a publicação do DSM-V para 2013; o 5º Congresso de Sexual Education, Orientation and Therapy of the Multidisciplinary Cuban Society for the Study of Sexuality (SOCUMES), manifestou-se em favor da despatologização do transgenderismo; a proposta actual do DSM-V da APA (American Psychiatric Association) modificou o conceito de “incongruência de género”, persistindo no entanto com um conceito estigmatizador e patologizante do transgenderismo; o Governo espanhol declarou que concorda com a despatologização do transgenderismo, mas ainda não mudou a lei.

Em Portugal foram aprovadas no dia 1 de Outubro de 2010 duas propostas de alteração da lei que regula o procedimento de mudança de sexo e nome próprio no registo civil, uma do Governo e outra do Bloco de Esquerda. Ambas as propostas seguirão agora para a comissão da especialidade para se tornarem numa proposta única. Até agora estas mudanças apenas eram possíveis através de uma acção judicial em tribunal que se arrastava durante anos, sendo portanto positivas. No entanto, uma lei geral sobre identidade de género, que não patologize as identidades trans e que permita lutar mais eficazmente contra todo o tipo de discriminações de que são alvo, por exemplo no emprego, na habitação, no acesso à saúde, é vital.

O Estado não deve ter qualquer jurisdição sobre os nossos nomes, os nossos corpos e as nossas identidades. Fazemos nossas as palavras do movimento feminista na luta pelo direito ao aborto e o direito ao próprio corpo: reivindicamos o nosso direito a decidir livremente se queremos ou não modificar os nossos corpos, sem impedimentos burocráticos, políticos, económicos, ou qualquer tipo de coerção médica.

Nesse sentido, exigimos:
 

  •     a retirada da “transexualidade” dos manuais de doenças mentais (DSM-TR-IV e CID-10). O acompanhamento psicoterapêutico deve ser uma opção voluntária. Defendemos o acesso à assistência médica e tratamento hormonal e cirúrgico pelos serviços públicos de saúde às pessoas trans que o procurem.
     

  •     o fim dos tratamentos a bebés intersexo.
     

  •     garantia de acesso ao mundo laboral e adopção de políticas específicas para acabar com a marginalização e a discriminação destas pessoas.

  •  concessão imediata de asilo político às pessoas trans imigradas que chegam ao nosso país fugindo de situações de violência extrema.


Em Portugal, o processo médico e legal das pessoas trans é longo e penoso, contribui para a vulnerabilização das suas vidas.

Assim, em Portugal, exigimos ainda:

- A inclusão da “identidade de género” no artigo 13º da Constituição da República.

- Uma Lei da Identidade de Género.

- Fim do parecer obrigatório da Ordem dos Médicos sobre os processos de trans.

- Direito à mudança de nome e sexo nos documentos de identificação sem tratamento obrigatório ou diagnóstico, ou qualquer avaliação médica ou judicial.

- Fim da esterilização obrigatória de trans masculinos, recentemente abolida em Espanha.

- Educação e protecção contra a Transfobia.

Queremos também recordar todas as agressões, assassinatos e os suicídios das pessoas trans causados pela transfobia. Não somos vítimas, somos seres activos e com capacidade de decisão sobre a nossa própria identidade. Portugal ainda se lembra do assassinato transfóbico da trans Gisberta, há quatro anos, no Porto, às mãos de um grupo de adolescentes, e do assassinato da trans Luna, em Lisboa, dois anos depois. A transfobia mata. O silêncio também.

Subscritorxs:

Panteras Rosa, UMAR, não te prives, Poly Portugal, Opus Gay, GAT, Portugalgay.PT


 

CARLA ANTONELLI EM LISBOA
18 a 20 de Dezembro de 2009


Carla Delgado Gómez, conhecida artisticamente como Carla Antonelli, é uma mulher transexual, actriz com participação em vários filmes e séries na televisão espanhola e activista dos direitos LGBT no país vizinho.Foi a coordenadora da área de Transexualidade do grupo federal de gays e lésbicas do Partido Socialista Espanhol (PSOE), e a primeira transexual da Comunidade de Madrid e uma das pioneiras de toda a Espanha a solicitar a alteração dos seus documentos oficiais após a aprovação, em 1 de Março de 2007, da Lei de Identidade de Género em Espanha, uma Lei mundialmente pioneira, apenas secundada pela britânica.

Em Lisboa, de 18 a 20 de Dezembro, para o encontro Anual do Diário Digital Transexual Carla Antonelli, a sua presença contribuirá para a discussão dos Direitos das pessoas Trans em Portugal.

A actriz e activista estará presente num convívio informal e aberto a todos/as, a ter lugar no Bric a Bar (Rua Cecílio de Sousa 84, Lisboa) dia 19 de Dezembro, a partir das 23h00, independentemente de outras iniciativas públicas que possam ter lugar.

Carla tornou-se num dos principais rostos da aprovação desta legislação em Espanha quando, a 26 de Abril de 2006, ameaçou entrar em greve de fome se o governo de Zapatero não fixasse uma data para fazer avançar a Lei, como tinha sido promessa eleitoral.

Uma Lei de Identidade de Género, que facilite a alteração de documentos, reenquadre os protocolos médicos para a transexualidade, que proteja e eduque contra a discriminação, tem sido reivindicada com urgência pelo movimento LGBT em Portugal, mas trata-se de um debate que encontra ainda pouca abertura institucional, apesar do debate público em torno de casos como o assassinato de Gisberta às mãos de um grupo de rapazes no Porto, em 2006, que chocou o País mas não abriu espaço a consequências legislativas.

A Constituição da República Portuguesa, no seu artigo 13º já previne a discriminação em função da orientação sexual, mas adiou-se a oportunidade de incluir a Identidade de Género. Políticos e outros interlocutores continuam a ignorar e desconhecer a realidade desta população, e a confundir frequentemente “orientação sexual” e “identidade de género”. Ainda assim, depois de outras organizações, o Partido Socialista português incluiu pela primeira vez uma menção à “Identidade de Género” no seu actual compromisso eleitoral.

Carla é a dinamizadora de um Portal de informação sobre as temáticas transexual masculina e feminina, intersexualidade e pessoas transgénero que é uma referência internacional: www.carlaantonelli.com.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Carla_Antonelli

Carla será por fin Carla (El Pais) http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Carla/sera/fin/Carla/elpepusoc/20070405elpepisoc_6/Tes

http://www.carlaantonelli.com/primera_pagina.htm

 
 
 
 
 

20 DE NOVEMBRO: Dia Internacional da Memória Transgénero

Transgender Europe: Comunicado de Imprensa: 18 de Novembro de 2009: 160 assassinatos de trans nos últimos 12 meses

 

*O Trans Murder Monitoring Project da Transgender Europe revela mais de 160 assassinatos de trans nos últimos 12 meses* *

 O 11º Dia Internacional da Memória Transgénero (International Transgender Day of Remembrance) comemora-se este Novembro em mais de 120 cidades em todo o mundo: * Desde 1999, o Dia Internacional da Memória Transgénero (DIMT), durante o qual se recordam as pessoas trans vítimas de assassínio, celebra-se cada Novembro. O DIMT sensibiliza a opinião pública para os crimes de ódio dirigidos contra pessoas trans, proporcionando um espaço público para homenagear as vidas das pessoas trans que, de outra forma, seriam esquecidas.

Nascido nos EUA, o DIMT celebra-se hoje em muitas partes do mundo. Este ano, o DIMT realizar-se-á a 20 de Novembro em mais de 120 cidades em 17 países em África, na Ásia, Europa, América do Norte e Oceânia.

Infelizmente, este ano há mais de 160 pessoas a adicionar à lista para recordar e homenagear, tal como mostram os resultados preliminares do novo projecto da Transgender Europe.

Os dados recolhidos pela equipa de pesquisa do Trans Murder Monitoring Project (projecto de controlo de assassinatos de pessoas trans) provêm da recolha e análise sistemáticas de notícias de mortes de pessoas trans em todo o mundo. Os dados revelaram um total de 162 assassinatos de pessoas trans registados entre 20 de Novembro de 2008 e 12 de Novembro de 2009.  

Nos primeiros dez meses e meio de 2009 já foram noticiados 150 assassinatos. Contudo, sabemos que mesmo estes números elevados são apenas uma pequena parte dos números reais. A realidade é muito mais grave. Estes são unicamente os casos noticiados, passíveis de ser encontrados através de pesquisas na internet. Não existem dados reais, e é impossível estimar o número de casos não registados.

Os casos foram recolhidos de todas as seis maiores regiões mundiais: América do Norte, América Latina, Europa, África, Ásia e Oceânia. A maior parte dos casos relatados são da América Latina e da América do Norte, sendo a maioria do Brasil (41), Venezuela (22), Honduras (16) e EUA (13).

Foram registados 124 assassinatos de pessoas trans em 15 países da América Latina no último ano. As ocorrências na América Latina representam 75% do total mundial de assassinatos de pessoas trans noticiados neste período.**

 A recente actualização dos resultados preliminares mostra também que 16 dos assassinatos reportados ocorreram em 6 países europeus (Itália, Rússia, Sérvia, Espanha, Turquia e o Reino Unido) no último ano. Na Ásia há registos na Índia e na Malásia, em África na Algéria, e na Oceânia na Nova Zelândia.

No total, os resultados preliminares mostram que houve relatos de assassinatos de pessoas trans em 26 países nos últimos 12 meses.

A actualização dos resultados preliminares do */Trans Murder Monitoring Project/* da Transgender Europe é apresentada na forma de tabelas, listas de nomes, e mapas no website da TGEU em inglês, castelhano e alemão. A versão inglesa das tabelas pode ser encontrada em  www.tgeu.org/tdor2009english.
Aqui poderá também encontrar informação acerca do Dia Internacional da Memória Transgénero, bem como uma lista de todas as cidades onde este dia será celebrado.

 

 

 


 

A campanha internacional Stop Trans Pathologization-2012, é uma campanha pela despatologização das identidades trans (transexuais e transgéneros) e a sua retirada dos catálogos de doenças (o DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), da American Psychiatric Association, cuja versão revista surgirá em 2012, e o ICD (International Classification of Diseases), da Organização Mundial de Saúde, que sairá em 2014).
Assumida, até ao momento, por mais de 100 organizações e 4 redes internacionais em África, na Ásia, na Europa e na América do Norte e do Sul, a campanha coordena, a 17 de Outubro, uma mobilização internacional simultânea em mais de 30 cidades de 17 países europeus e no continente americano. A data será também assinalada em Lisboa.



MANIFESTAÇÃO SIMULTÂNEA EM 30 CIDADES:

Ankara (Turquia), Barcelona (Estado Espanhol), Berlim (Alemanha), Bilbao (Estado Espanhol), Bogotá (Colómbia), Bruxelas (Bélgica), Buenos Aires (Argentina), Campinas (Brasil), Caracas (Venezuela), Ciudad de Mexico (México), Corunha (Estado Espanhol), Donosti (Estado Espanhol), Gasteiz (País Basco), Granada (Estado Espanhol), Las Palmas (Estado Espanhol), Lille (França), Lisboa (Portugal), Londres (Reino Unido), Madrid (Estado Espanhol), Montreal (Canadá), Paris (França), Quito (Equador), São Francisco (EUA), Santiago de Cali (Colômbia), Santiago do Chile (Chile), Santiago de Compostela (Estado Espanhol), Valência (Estado Espanhol), Zaragoza (Estado Espanhol).

                                                            









 

 

Ola a todos!!

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